
Faces: Fragmentos e Tessituras do Eu
📍 Galeria Maria Lucia Cattani

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O MARGS inaugurou no sábado (10/5), a exposição "Carlos Wladimirsky — A permanência do tempo”. Em exibição até 2 de agosto de 2026, no 2º andar expositivo do Museu, a mostra apresenta um panorama da produção do artista desde os anos 1980, com uma seleção de desenhos, pinturas e objetos do acervo do MARGS e de coleções particulares, sendo a sua primeira mostra de resgate e caráter histórico. Um dos mais destacados artistas gaúchos de sua geração, Carlos Wladimirsky (Porto Alegre/RS, 1956) desenvolve sua produção desde os anos 1970. Nesses 50 anos de trajetória, explorou desenho, pintura, gravura, joalheria e cerâmica, constituindo uma linguagem visual própria, vinculada aos desdobramentos contemporâneos da abstração e às suas possibilidades expressivas e de experimentação. A sua atuação como artista visual se deu em sequência a uma intensa vivência com o teatro experimental e a performance. Também foi um dos artistas integrantes do “Espaço N.O. – Centro Alternativo de Cultura”, ponto de referência para a arte experimental e de vanguarda em Porto Alegre, entre 1979 e 1982. Nos anos 1980, a produção de Wladimirsky foi logo reconhecida por prêmios em salões pelo Brasil. Nesse contexto, o MARGS apresentou, em 1983, a sua primeira individual. Com curadoria de Francisco Dalcol, diretor do MARGS, “Carlos Wladimirsky — A permanência do tempo” dá sequência ao atual ciclo de mostras monográficas inéditas de artistas com trajetória e que integram o acervo do Museu, como
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